Laços Inseparáveis – Livro

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Tenho por habito levar o livro pela capa / ou porque gostei de algum paragráfo que li aleatória mente. Dificilmente sigo sugestões, embora eu até as procure, e não me atento muito a sinopse. E foi assim que escolhi esse livro e devorei em dois dias!!

Escrito por Emily Giffen. Sua escrita é simples e envolvente. Escreve na primeira pessoa das duas personagens principais, o que nos dá a dimensão de seus sentimentos, desejos, medos e frustações.

A história trata de família e de tudo que envolve esses Laços como assuntos e acontecimentos delicados depende do olhar e aprovação das pessoas que tanto amamos. O fato de ser uma histótia realmente possível e sensível a torna fascinante!!

Eu sei o que dizem sobre segredos. Sei tudo o que se diz a respeito. Que eles podem assombrar e perseguir você. Conseguem envenenar relacionamentos e diviNdir famílias. Que no final, somente a verdade pode libertar. Talvez este seja o caso para algumas pessoas e alguns segredos. (…) Eu deveria ter imaginado. Deveria ter acreditado com o fundo do meu coração naquelas palavras que deram início a tudo, naquela noite sufocante há tanto tempo: Você pode fugir, mas não pode se esconder.

Esse foi o parágrafo que me fisgou!!

E isso aí!!

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Flores Raras

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O filme Flores Raras conta a história real de uma rica arquiteta brasileira, por vocação, que se apaixona por uma escritora americana problemática em pleno golpe militar.

A trama mostra uma mulher muito bem resolvida que assume sua homossexualidade em um tempo que isso era inaceitável. No começo ela mostra uma facilidade em entender e lidar com questões até hoje complexa como a possibilidade de se amar duas pessoas – ela ama sua companheira atual com quem pensa em construir uma família ao mesmo tempo que se apaixona loucamente pela escritora americana. Porém, quando a escritora começa a não corresponder essa paixão, por n motivos, e ela descobre que está dividindo-a com outra mulher, se perde completamente chegando a loucura.

O filme não trata de homossexualidade ele fala de amor. De uma forma muito delicada e perfeita. As mulheres envolvidas não perdem seu ser mulher continuam a usar brincos, saias e maquilagem. Fica claro que as pessoas são como são e que sua personalidade não é definida por serem ou não gays.

No final do filme, que super recomendo, saí com a certeza de que todos queremos ser os únicos na vida de alguém, da mesma forma que buscamos uma pessoa especial queremos ser essa pessoal especial.

Ficha técnica:
Filme de Buno Barreto.
Elenco: Glória Pires e Miranda Otto
Legendado (a maior parte do filme é em iglês)

É isso aí!!!

Feminismo ou Uma forma de sexismo

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Estou cansada desse tal de Feminismo!!

Desse feminismo que me deixa menos mulher e mais grosseira. Que procura igualdade onde se define por diferença.

Concordo que essa foi a maneira que, as mulheres, encontraram para valer seus direitos de Ser Humano. Sei também que vivemos em uma cultura desigual e seguimentada, porém será que o respeito por si só não basta? Precisamos realmente desse movimento?

Um movimento que mais julga do que agrega. Por que eu seria menos mulher se fizer a janta que o meu marido gosta? Por que eu seria menos mulher se deixar ele pagar a conta? Qual o problema em ser a responsável pela organização da casa enquanto ele cuida das finanças?

E quando se é mãe as coisas pioram. Esse movimento não sabe se quer um pai ativo ou omisso, fica com o discurso de quem tem “direito” em decidir o tipo de parto ou se a gestação segue ou não é a mulher. Tá então pai só é pai depois que nasce? Realmente é uma situação delicada, afinal tudo acontece no corpo da mulher, mas acredito que vale uma bela discução até chegar a um acordo. Acordo significa consenso e não a mulher dando a última palavra.

Fora os outros julgamentos que passam da escolha do parto e amamentação até a volta ou não da vida profissional. Aqui temos as Feministas Supermães a favor do parto natural, amamentação prolonga e dedicação total à cria. Ah e é claro que a participação do pai é muito bem vinda. E se vc não quer isso? Acaba sendo uma menos mãe e aquele discurso que a mulher tem direito a escolha cai por terra.

Não gosto desse discurso de igualdade, simplesmente porque não somos iguais!! Nem entre o mesmo sexo e muito menos entre sexos diferentes. A diferença nos torna único, por isso sou a favor do RESPEITO

Homens e mulheres funcionam neurológica e fisicamente diferentes, o que não significa que todos não possam executar o mesmo trabalho, mas que cada um tem suas habilidades e o que demanda muita energia para um demanda pouca energia para outro. E qual o problema disso?

Se eu mostrar para meu filho que não é legal enganar as pessoas, que para nós estar com uma pessoa de cada vez é sinal de amor e bem querer, que as pessoas gotam que as tratem bem e que ele não precisa provar nada para ninguém. Não estou sendo Feminista estou apenas ensinando ele a respeitar os outros e a se respeitar.

E se eu colocá-lo para lavar louça, arrumar a cama e a fazer comida. Estou oferecendo condições dele morar sozinho.

E as outras lutas do Feminismo como a violência doméstica e a igualdade salarial também se resolveria com RESPEITO.

Enfim gosto do respeito e da tolerancia as diferenças, sem essa de coisa de homem ou coisa de mulher. Para mim esse tal de Feminismo também é uma forma de sexismo!!

É isso aí!!!